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  • @YaxPasaj @PiraHxCx

    Normal, é assim em qualquer lugar

    E em qualquer língua. Estou estudando francês, e há expressões que, apesar de entender, eu não sei como traduzir em português. Isso até a nível gramatical. Acho que as expressões publicadas pelo OP, por mais que façam parte do vocabulário brasileiro, devem ter um relativo em língua estrangeira.

    De qualquer forma, que nem sugeriu o @yuribravos certa vez, por que não utilizar expressões em português brasileiro mesmo falando línguas estrangeiras? Afinal, a gente fala mise en place, network e tutti frutti, sem nem pensar que são expressões estrangeiras. O mundo também precisa de um pouco de português hehe



  • @YaxPasaj

    Conseguir entrevista sem indicação, por si só, já é um sinal que você está mandando bem.

    Sério? Pois vou seguir na luta. O problema é que não tenho mais visto tantos anúncios como no fim do ano passado. Quando aparece são as mesmas escolas republicando anúncios. Pretendo anunciar aqui no Fediverso, mas em outra área, que eu acho mais interessante pra mim inclusive.




  • @nossaquesapao Tenho pensado ultimamente a respeito da diferença entre paz e tédio.

    Lembro de um meme que dizia

    Talvez o tédio pelo qual eu esteja passando seja a paz que eu sempre quis.

    Na maior parte do tempo estamos buscando nos ocupar com alguma coisa ― isso quando não somos tragados pela ocupação.

    Acho que parte da possibilidade de retardar o tempo está, sim, em curtir o tédio ― como é o caso do aluninho da sua anedota; mas a maior parte, creio eu, esteja em aprender a buscar e cultivar a paz e a tranquilidade.

    Ultimamente eu tenho dado algum valor a essas palavras que parecem tão banais, seja por conta da repetição no senso comum, seja por conta da publicidade. Mas penso que a paz, quando identificada e aproveitada, pode mudar totalmente a abordagem que alguém toma da vida.









  • @yum

    Ao invés de viver no futuro, nas conquistas que estão por vir, eu fico tentando reviver o passado, tentando sentir o mesmo que já senti…

    Apreciação pelo presente é uma prática, não é uma receita. Siga tentando.

    Gostei da história do peixinho. Me lembrou do filme Soul.

    E sim, conheci essa história através de “Soul”. Muito bom, o filme, inclusive. Assisti-lhe porque queria ver alguma animação envolvendo #jazz.







  • @Ze_Andarilho

    o rhythmbox é nativo do gnome

    Puxa! É que achei ele tão seco e bem adaptado ao meu Xubuntu que imaginei que fosse do mesmo ambiente, mas enfim…

    eu uso outros players tipo o strawberry que tem muitas funções também e é um fork do clementine, e o musicpod, que não é baseado em nada e tem funções ótimas pra ouvir podcast e radio.

    Ah, pois é! Mas gostei muito da ideia de matar dois coelhos de uma tacada só nessas duas áreas ― podcast e rádio em linha. Quanto à escuta de música, sigo gostando de utilizar o Parole, que é muito melhor para formar playlists, inclusive, um recurso que o Rhythmbox parece focar bastante.

    ACHO que o strawberry tem as funções de importar feed que você quer

    Vou buscar por esse aqui. Quanto ao

    “podcasts”

    é o que eu utilizo mesmo. Não gosto dele, porque tem uma interface simplificada demais. É praticamente minimalista. E ele parece ser mais do Gnome do que o Rhythmbox inclusive. Seus botões são diferentes dos do meu sistema.




  • @dsilverz @noticias

    Quando você falou das suas experiências com comunicação, imaginei que fosse bem mais velho. Só um ano mais novo que eu e nem tentei aquilo tudo. Muito bom.

    Eu acho que parte desse problema que você descreveu com a Gen Al está em uma palavra que urge estar mais na boca dos professores: letramento digital. Ou seja, como usar a droga da internet.

    A gente ainda não sabe como usar bem um telefone celular. Não tem como esperar que uma criança pegue um aparelho dessa potência e não vá para uma plataforma de entretenimento ver brainrot italiano. É muito sedutor.

    Antigamente eu raciocinava esse problema de vício midiático nos termos de meio frio e meio quente, que vem da teoria das mídias do McLuhan, que é uma teoria de perspectiva estrutural e determinista sobre a tecnologia ("Se alguém tem contato com veículo de comunicação X, o resultado é Y). Para o McLuhan, alguns veículos são mais “viciantes” ou hipnotizantes do que outros porque requerem mais participação ou engajamento do que outros.

    A descrição que esse autor faz dos efeitos da televisão dos anos 60 é idêntica àquela que se faz do telefone inteligente dos anos 2020. Hipnose, baixa capacidade de atenção, “ressaca midiática”, necessidade de “detox” de mídia etc. Idêntico.

    Mas hoje vejo que o problema é não só estrutural, da forma dos meios, mas também pragmático, de uso dos meios. Com “uso” quero dizer fornecimento de materiais. Imagine que a Meta em vez de trabalhar com tecnologia, trabalhasse com culinária.

    Digamos que ela venda somente cachorro quente. E as pessoas compram o cachorro quente, não porque adoram, mas porque é a única coisa que se vende barato e que é prático de comer. Que as crianças morrem aos 12 anos de infarto, não interessa, “there is no alternative”.

    Da mesma forma, acho que as pessoas seguem vendo vídeo curto porque é o que há. O algoritmo de curadoria de conteúdo é onipresente e só fornece isso. É uma leitura, mas sei que é insuficiente.


  • @obbeel @dsilverz @batepapo.

    É difícil, porque o inglês, ainda mais por ser expansivo, está sempre no estado da arte da linguagem e com uma cultura muito complexa. Mas nada substitui a diversidade cultural do Brasil, mesmo que não seja valorizada

    Acho, acho, que toda língua é em maior ou menor grau expansiva, mas a gente percebe mais a “expansividade” do inglês porque, primeiro, todos estão de olho nessa língua, e, segundo, o inglês tem uma veia muito metalinguística.

    Há memes em inglês que são pura metalinguagem. Isso é raro em português, esse humor metalinguístico. Eu vejo isso mais nas ruas e na canção, não na internet. A expansividade lusófona é sutil e poderosa. Ainda quero ver o língua portuguesa transformar-se em linguagem.


  • @Auster @batepapo

    Daí uma coisa que eu sugeriria é “viver a língua”, isso é, mergulhar na língua de forma à parte instintiva do cérebro não conseguir achar rota de fuga.

    Ah, mas então… Eu meio que já vivo imerso no inglês. Eu gostaria inclusive de ter contato com materiais de outras línguas. Talvez o que falte é isso mesmo que você me sugeriu de forçar a mente a “pescar” o significado ou mesmo ignorar o vocábulo para ver depois. É o que eu faço às vezes em português.

    A minha questão mesmo é: por que me sinto mal de ignorar uma palavra incógnita em inglês, mas não me sinto em português?



  • @dsilverz

    acaba sendo como tentar construir um foguete para exploração espacial enquanto dentro da cabine de um Boeing que está caindo em direção à boca de um vulcão em erupção

    Baita imagem.

    O bom do rádio-amadorismo (e rádiocomunicação em geral) é que está meio que alheio ao “fenômeno” da constante degradação que a Internet vem sofrendo.

    Me fala mais disso? Como posso ter acesso ao rádio-amadorismo, preciso de equipamento especial? E por que acha que o rádio não está sofrendo merdificação?

    a tendência é que as frequências e dispositivos de rádio se tornem cada vez mais restritas às corporações com a anuência dos governos

    Tenho essa impressão mesmo. O “cardápio” radiofônico é cada vez menor. Estações de notícias aqui em Fortaleza não passam de quatro, todos ligados mais ou menos às gigantes da comunicação.

    transceptor feito de com peça de ferro-velho, plugado a uma velha antena parabólica cheia de tétano que era de um antigo combo da Sky, apontada pra um dos abandonados FLTSATCOM da marinha estadunidense na órbita geoestacionária

    Não entendi metade das palavras deste parágrafo. Ainda tenho muito o que aprender…

    o último bastião da comunicação totalmente humana

    E por que isso? E o acontece com o livro, a música, o cinema?